Parece que foi ontem. Nasceu. Nem meu. Nem bem quis, nem mal teve. Seguiu. Num psiu, abaixou para que passássemos. Abriu as asas imensas. Tão maiores que a imagem. Assombro de apagar as luzes e fechar as portas. Apagam-se as luzes. Escombro. Escape. Ex qualquer coisa. E as asas gigantescas e o movimento do ar. Se tem amor, são traças nas pontas das penas. Desabou. Logo ali no sopro do tempo. Brisa de tombar pelos num arrepio quase bom.
5.6.09
9.5.09
Gomutrika II - linhas e tranças
| d i s | t e n | d o | m e | d o | m e u | m u n | d o |
| a | p o n | ta | m e | u m | co | lo | s ó |
1.5.09
30.4.09
escadas
A menina escurece
O tempo cai
O dia dorme
O muro resiste
A menina cai
O tempo dorme
O dia resiste
O muro escurece
A menina dorme
O tempo resiste
O dia escurece
O muro cai
O tempo cai
O dia dorme
O muro resiste
A menina cai
O tempo dorme
O dia resiste
O muro escurece
A menina dorme
O tempo resiste
O dia escurece
O muro cai
19.4.09
3.4.09
GRACIAS!
tentando forçar umas passagens
no sorriso aliciante - desenho
assim meio cerrado meio
vicioso fechado em parênteses
é reflexo condicionado em sépia
blefe sincero e causa feroz
de estar aqui
no sorriso aliciante - desenho
assim meio cerrado meio
vicioso fechado em parênteses
é reflexo condicionado em sépia
blefe sincero e causa feroz
de estar aqui
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