Vocês não ouvem os assustadores gritos ao nosso redor que habitualmente chamamos de silêncio?
(Prólogo do Filme O Enigma de Kaspar Hauser de Herzog, 1974)
Let the body exude all those strange
Liquid words.
Let me exhume your ancient splashed
Dream. And bid your soul chant and old
Meaningless childish song…
…For life is used to crumbling
Sometimes.
Em certos lugares
As trevas ainda cobrem
A face do abismo
Eu, recém cegado,
Corro para lá.
Como é de costume
O último passo
É dado
No vazio
Caio.
Lento.
Você não me completa. Ninguém.
O chão não importa. Nunca os pés nele mesmo
abandona
Faço minha pequena revolução
Giro no ar numa revolta tranqüila
Recém chegado ao escuro
Vejo as coisas mais claras.
“É noite. E tudo é noite. E o meu coração devastado” despenca no rio oleoso
De M. Andrade
Lá embaixo
Bum!